E se você tivesse comprado dólar 50 anos atrás?
Se só existissem 21.000.000 de notas de dólar pelo mundo, qual seria o valor de cada uma dessas unidades?
Imagine que essas 21 milhões de notas foram lançadas quando seu avô tinha apenas 20 anos de idade. E, naquele momento, por medo, receio ou falta de planejamento, seu avô decidiu não comprar nem mesmo uma parte dessas notas (como centavos). Como estaria sua vida hoje, precisando trabalhar 24/7 para comprar uma pequena fração dessas notas?
Agora, imagine um cenário diferente. Imagine que seu avô estudou, aprendeu, planejou e comprou uma dessas notas. Você, que teria recebido a nota de herança, seria uma pessoa feliz financeiramente? Poderia investir de forma a viver de renda? Talvez, pudesse comprar uma grande casa, fazenda, ou simplesmente pagar a faculdade do seu filho no exterior com tranquilidade?
Esse é o cenário que você enfrenta hoje. No entanto, é você quem precisa tomar a decisão de investimento, e não o seu avô. Nesse texto, você irá analisar um aspecto importante da sua vida financeira e futura. Não espere um texto motivacional, mas sim um texto que te faça refletir sobre as decisões que tem tomado até esse momento da sua vida.
No nosso caso hipotético imaginamos um dólar com somente 21 milhões de notas em circulação. Contudo, não é isso que ocorre na prática. Na verdade, existem mais de 2 trilhões de notas em circulação e mais e mais notas continuam sendo impressas todos os dias. Sabe o que isso significa? Significa que se seu avô tivesse comprado 10.000 notas quando tinha 20 anos, essas notas hoje valeriam no mínimo 10 vezes menos. A isso se dá o nome de inflação.
Estudos realizados pela World Data Info apontam que de 1960 até 2020, os Estados Unidos passaram por uma inflação de 829.57%. Portanto, aquilo que seu avô comprava com 100 dólares, você precisaria de 829,57 dólares para comprar em 2020. E o cenário só piora se estiver na União Europeia ou em outros países.
Com certeza você não pode mudar o que aconteceu no passado, mas pode construir um novo futuro. Imagine agora se o dólar fosse uma moeda deflacionária. Ou seja, ganhasse valor com o tempo. O que você comprou em 1960 com 100 dólares, compraria hoje com 10 dólares. Além disso, suas reservas no banco estariam crescendo em ritmo saudável, gerando renda para você e mais trabalho na sociedade. Isso só aconteceria com duas premissas básicas: existisse uma quantidade limitada de dólares no mundo e fosse uma moeda descentralizada, ou seja, que não pertence a nenhum governo. A boa notícia é que atualmente essa moeda existe e se chama Bitcoin.
Em 2008, um programador conhecido pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto publicou um artigo intitulado "Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System". Neste artigo, Nakamoto propôs uma nova forma de dinheiro digital que poderia ser transferida de uma pessoa para outra sem a necessidade de intermediários. Em 2009, Nakamoto lançou o software do Bitcoin, permitindo que as pessoas começassem a usar e minerar a criptomoeda.
Quando o Bitcoin foi criado, Satoshi Nakamoto estabeleceu um limite máximo de 21 milhões de bitcoins que poderiam ser criados. Esse limite é uma característica fundamental do Bitcoin e está incorporado em seu protocolo. O objetivo é garantir que não haja inflação descontrolada da criptomoeda, como ocorre com as moedas tradicionais, cuja oferta é controlada por bancos centrais e governos.
A criação de novos bitcoins é realizada por meio de um processo chamado mineração, que envolve a resolução de complexos problemas matemáticos usando o poder de processamento de computadores. Conforme mais bitcoins são minerados, a recompensa por minerar um bloco na blockchain do Bitcoin é reduzida pela metade a cada 210.000 blocos adicionados, em um processo conhecido como halving. Esse processo é projetado para desacelerar a criação de novos bitcoins e, eventualmente, limitar a oferta total a 21 milhões de unidades.
Além da oferta limitada, o Bitcoin tem outros dois princípios básicos. O de descentralização e criptografia. O Bitcoin é uma rede descentralizada, o que significa que não é controlado por nenhum governo, instituição financeira ou empresa. Em vez disso, é gerenciado por uma rede de usuários que contribuem com o poder de processamento de seus computadores para validar e registrar as transações na blockchain do Bitcoin. Isso significa que o Bitcoin não tem um ponto único de falha e é resistente à censura e à manipulação.
A criptografia é usada para proteger a segurança das transações no Bitcoin. Cada transação é registrada em um bloco na blockchain do Bitcoin e é protegida por uma chave criptográfica exclusiva. Essa chave é a prova de que a transação é legítima e garante que ninguém possa alterar ou falsificar as transações.
Juntas, essas 3 características tornam o Bitcoin uma grande revolução em como tratamos de dinheiro até hoje. Com a criptomoeda, passa a ser possível quantificar o limite de unidades que existirão, e desse modo ter uma determinada expectativa de qual pode vir a ser seu valor em 50 ou 100 anos.
Uma das maiores dificuldades para quem começa a investir, é aprender e entender as razões pelas quais o Bitcoin tem tanto potencial futuro. Você que já aprendeu sobre a descentralização, criptografia e oferta limitada, já está três passos à frente de grande parte da população.
Mesmo entendendo esses pontos, muitas pessoas ainda deixam de comprar por medo de estarem comprando caro demais. Mais uma vez peço que imagine que seu avô não comprou nenhuma das notas de dólares. O preço continuou aumentando, contudo o seu pai também não comprou, porque achou que já estava muito caro. Agora, que chegou a sua vez, o preço da nota estaria ainda mais caro e você teria que começar do zero.
Portanto, não importa em quanto, mas sim que é hora de começar a construir o passado dos seus netos.
No nosso caso imaginário, seu avô teria comprado as notas de dólar todas de uma vez. Contudo, isso não seria a melhor das estratégias. Sendo mais realista, é provável que ele tivesse realizado a compra mensal ou semanalmente, isso para que não fique muito pesado no orçamento e também visando diluição do risco de investimento. E para você, que quer começar a comprar BTC, é importante ter uma estratégia inteligente de alocação de capital. Um dos métodos mais comuns é o DCA.
O método de alocação de capital DCA (sigla em inglês para Dollar Cost Averaging) é uma estratégia de investimento que envolve a compra de um ativo em parcelas regulares e iguais, independentemente do preço do ativo.
Com o método DCA, o investidor investe uma quantia fixa de dinheiro em um ativo específico em intervalos regulares de tempo, como mensalmente ou trimestralmente. Dessa forma, o investidor pode aproveitar a volatilidade do mercado e comprar mais ativos quando os preços estão baixos e menos quando os preços estão altos.
Por exemplo, imagine que um investidor deseja investir em Bitcoin. Em vez de investir todo o dinheiro de uma só vez, o investidor decide investir uma quantia fixa, como $1000, a cada mês. Se o preço do BTC estiver alto, ele receberá menos criptomoedas pelo mesmo valor, mas se o preço estiver baixo, ele receberá mais ações pelo mesmo valor.
O objetivo do método DCA é reduzir o risco de investir uma grande quantia de dinheiro em um ativo em um único momento, permitindo que o investidor compre ações ao longo do tempo a um preço médio ponderado.
O método DCA é uma estratégia popular de investimento em ações, fundos de investimento e outros ativos financeiros, pois permite que os investidores comprem ativos regularmente sem se preocupar com a volatilidade do mercado.
Comprar Bitcoin em 2009 era muito diferente do que é hoje. As primeiras transações de Bitcoin foram realizadas entre um pequeno grupo de pessoas que estavam diretamente envolvidas na criação da criptomoeda.
Inicialmente, a maneira mais comum de adquirir Bitcoin era minerando a criptomoeda. Na época, o Bitcoin era relativamente fácil de ser minerado, mesmo em um computador pessoal. No entanto, a mineração de Bitcoin exigia um conhecimento técnico significativo e um poder de processamento considerável, o que tornava o processo inviável para a maioria das pessoas.
Outra forma de adquirir Bitcoin em 2008 era participando de fóruns e comunidades online de criptomoedas, onde as pessoas trocavam Bitcoin entre si. Isso geralmente envolvia o uso de carteiras digitais, que eram menos sofisticadas do que as carteiras de Bitcoin disponíveis hoje.
Na época, o Bitcoin não tinha nenhum valor de mercado estabelecido, e não havia casas de câmbio que permitissem a troca de Bitcoin por moedas fiduciárias, como dólares ou euros. Foi só em 2009 que a primeira casa de câmbio de Bitcoin, a BitcoinMarket.com, foi criada.
Com a evolução do mercado, se tornou muito mais fácil comprar e armazenar criptomoedas. Hoje você certamente conhece alguém que possui Bitcoin, e pode te vender diretamente. Além disso, existem as exchanges descentralizadas, em que você pode trocar por diversas outras criptomoedas. Contudo, o método mais comum, é através das exchanges centralizadas.
As exchanges de criptomoedas são plataformas online que permitem a compra e venda de Bitcoin e outras criptomoedas. Essas plataformas geralmente aceitam depósitos em moedas fiduciárias, como dólares ou euros, e permitem que os usuários comprem Bitcoin a partir desses depósitos.
Existem várias vantagens em utilizar uma boa casa de câmbio (exchange) para comprar ou vender Bitcoin. Algumas delas incluem:
Segurança: uma boa casa de câmbio de Bitcoin deve ter medidas de segurança sólidas para proteger as transações e os fundos dos usuários. Isso pode incluir criptografia de dados, autenticação em dois fatores, armazenamento em carteiras frias (offline) e protocolos de segurança avançados.
Facilidade de uso: uma exchange com uma interface de usuário amigável e intuitiva que permita aos usuários comprar e vender Bitcoin de maneira fácil e rápida. Além disso, a casa de câmbio deve fornecer recursos como gráficos de preços, histórico de transações e outras informações relevantes para os usuários.
Variedade de moedas: algumas exchanges oferecem uma ampla variedade de criptomoedas, o que pode ser uma vantagem para aqueles que desejam diversificar seus investimentos em criptomoedas.
Liquidez: uma boa exchange deve ter uma boa liquidez, ou seja, um grande número de compradores e vendedores para garantir que as transações sejam executadas rapidamente e com preços justos.
Preços competitivos: as melhores casas de câmbio geralmente oferecem preços competitivos, o que significa que os usuários podem comprar e vender Bitcoin a preços justos e razoáveis.
Suporte ao cliente: uma boa exchange deve oferecer suporte ao cliente eficiente e eficaz para ajudar os usuários com quaisquer dúvidas ou problemas que possam ter.
Se você estiver procurando uma boa exchange para comprar seus Bitcoins e começar a construir um futuro próspero para sua família, pode conhecer a Bitget. Uma exchange internacional, que aceita depósitos em Real, Dólar ou Euro. Ela atende a todos os requisitos mencionados acima, especialmente o de segurança, por disponibilizar a sua prova de reserva em forma de Merkle-tree, um método que permite que você verifique que seus ativos estão guardados diretamente na blockchain.
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Mais uma vez, te convido a imaginar como será sua vida daqui há 10, 20 ou 30 anos, caso o Bitcoin se torne a principal moeda, como hoje é o dólar. Você vai comprar a sua nota dentre as 21 milhões ou vai esperar o tempo passar?
Conheça a Bitget e faça sua melhor decisão de investimento hoje.
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